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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Olha Mamãe: A nova rede social especialmente para as mães

Mamães, vocês conhecem a nova rede social feita especialmente para vocês? Sim, O Sapo e a Princesa realizou uma parceria com esse novo site cheio de novidades e dicas legais para o mundo materno e que se chama Olha Mamãe.

Qualquer um pode se cadastrar gratuitamente, criar um perfil para seu filho e adicionar as amigas que estão grávidas ou já são mães. O Olha Mamãe manda mensagens personalizadas baseadas na idade do seu pequeno, disponibiliza um espaço para você montar os álbuns de fotos, compartilha artigos com dicas e curiosidades e ainda conta com um fórum de discussões para saber a opinião das mães sobre diversos assuntos.


Tudo isso com muita segurança. Você pode escolher se seu perfil pode ser exibido para as amigas ou somente para você. Além disso, você tem acesso à promoções e descontos exclusivos para os usuários do site.

Algumas matérias que você encontra lá:
- Tabela de vacinação completa até 6 anos de idade
- A opinião das mães e especialistas sobre os andadores
- Poltrona de amamentação ou uma cadeira de balanço?
- Sua casa é segura para um bebê recém-nascido?
- A primeira papinha do seu filho. Como fazer?
- Como aliviar as cólicas do bebê
- Já devo cortar a unha do meu bebê? Como?


Cadastre-se e seja mais uma mamãe coruja no mundo do mundo virtual!
www.olhamamae.com.br


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Proteção Solar também é importante no inverno

Mamãe, você sabia que mesmo no inverno, o uso de protetores solares nas crianças é muito importante?

Nos dias frios parece que o sol não vai queimar,  mas muito pelo contrário. Nessa época a pele está mais sensível e ressecada, devido aos banhos longos e quentes, facilitando a ação dos raios ultravioletas. Mesmo nos dias nublados, as nuvens filtram apenas uma parte da radiação, o resto vem direto na nossa pele. Prevenir e ensinar aos pequenos os cuidados que devemos ter com a pele é essencial!

Outro cuidado que deve ser tomado é quando viajamos para as montanhas, lugar típico no inverno. Quando mais alto formos, maior a incidência solar! Essa exposição precoce aos raios solares pode causar um envelhecimento ma pele, manchas, pintas e sardas, além de um câncer de pele no futuro.

Quer saber como proteger melhor seu filho? Olhe essas dicas:

- Desde pequeno, ensine seu filho a importância de se usar proteção solar, todos os dias, principalmente no rosto;
- Use protetores solares em cremes e aqueles específicos para crianças ou bebês;
- É recomendado passar o protetor duas vezes seguidamente, para garantir que todas as áreas foram cobertas e que o produto foi aplicado corretamente;
- Também é importante passar o produto com pelo menos 20 minutos de antecedência à exposição solar e faça uma reaplicação a cada duas horas;
- Evite os horários em que o sol esta mais forte, entre 10h e 16h;
- Use e abuse dos bonés, camisetas, óculos escuros e etc. Alguns oferecem fator de proteção ultravioleta.


O Sapo e a Princesa se preocupa com o bem estar de seus filhos e oferece às mamães o Protetor Pure & Free Baby da Neutrogena SPF 60.




- Ideal para a pele delicada do bebê
- Dupla proteção UVA/UVB
- à prova dágua e à prova de suor
- Não escorre nos olhos
- Recomendado por dermatologistas
- Não gorduroso
- Não contém BPA
- Sem perfume

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Espero ter ajudado e não esqueçam do protetor antes de sair! Em vocês e nos filhotes!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Atraso na fala do bebê pode ser excesso de mimo



Você vai no parquinho e se impressiona com as crianças tagarelando enquanto seu filho só consegue balbuciar algumas palavras? Na escolinha ele não consegue acompanhar as crianças na hora de conversar? Saiba que segundo o site Minha Vida, essa característica, que muitas vezes pode ser só preguiça, pode estar relacionada aos mimos dos pais.
 
Um ano e meio e já conseguem balbuciar "mama" ou "papa". É assim que acontece com a maioria dos bebês, que deixam os pais em um misto de alegria e ansiedade para ouvir a próxima palavra. Porém, para algumas crianças, essa fase pode demorar bastante para se iniciar, deixando a ansiedade dos pais dar lugar à preocupação.

Falar, para nós, é tão natural que é difícil perceber o quanto é complexo esse processo. Imagine você converter movimento em vibrações nas cordas vocais, que produzem sons. Como se não bastasse, você ainda precisa articular muito bem a boca e os lábios, para que esse som saia em forma de palavra. É muito difícil.

Por isso, a fonoaudióloga e pediatra Amariles Muniz, da Unesp, explica que os pais exercem papel fundamental na hora de estimular a criança. "Conversar bastante com ela, desde pequena, faz com que ela queira imitar e acaba facilitando o processo. Quando a criança não é estimulada a falar pelos pais, pode ficar preguiçosa e acaba demorando mais do que o normal. Se os pais dão tudo o que ela quer, ela não sente a necessidade de falar", completa. 

Passou da hora?
A especialista explica que, a partir dos cinco meses de idade, os bebês já começam a emitir alguns sons na tentativa de se comunicar, mas é por volta dos dez meses que eles começam a falar palavras bilabiais, tipo, "ma" e "pa". "Com um ano, as crianças já falam palavras que são reconhecidas pelos adultos. As meninas, normalmente, começam a falar mais cedo que os meninos", diz a especialista da Unesp.

Com dois anos, dois anos e meio, a criança já é capaz de formular pequenas frases e de sair tagarelando por aí. Se chegar a essa fase e o bebê ainda não tentar falar, a mãe já deve notar que há algo errado. A fonoaudióloga Amariles alerta: "Os pais precisam se certificar de que o filho não esteja sofrendo com alguma patologia associada. A surdez, por exemplo, é muito fácil de ser percebida pelos pais. É só notar se o bebê reage aos sons do cotidiano, como uma porta batendo, adulto que fala alto, cachorro latindo".

Caso os pais, ao levaram a criança a um especialista, descobrirem que não há nenhum problema físico, não tenha dúvida de que o motivo do silêncio está ligado ao psicológico e os próprios pais podem ser, em grande parte, os responsáveis. "O excesso de zelo ou de mimo com a criança pode ser o fator responsável. Um dos exemplos mais claros são aqueles pais que dão tudo que o filho quer assim que ele aponta o dedinho. Não deixam, portanto, espaço para ele falar e pedir. Isso, para a criança, dá a impressão de que a comunicação é desnecessária", conta a profissional. 
 
Para essas crianças com "preguiça" de falar, Amariles diz ser muito importante o trabalho de um fonoaudiólogo. "Ele vai descobrir o que está errado na relação entre pais e filhos e vai indicar a melhor maneira para que os pais estimulem seus filhos, substituindo práticas comuns, por corretas", esclarece.

A solução é conversar
Desde bem cedo, o bebê já começa a ouvir os sons. "O nenê, mesmo na barriga da mãe, consegue escutar alguns ruídos quando os pais falam com ele. Esse passo é muito importante, pois o ajuda a já ir reconhecendo a voz da mãe e do pai, através da percepção de sons agudos e graves", ensina a fonoaudióloga da Unesp.

É por isso que conversar com seu bebê desde sempre nunca é demais. Mas atenção! Nada de falar "quiancinha", em vez de criancinha, ou "bincá", em vez de brincar. Amariles explica que, a partir de um ano, o ideal é falar corretamente o nome das coisas, na entonação correta. "Se os pais infantilizam demais ao falar com o bebê, pode ser que ele cresça carregando uma fala infantilizada. Existem casos também de a criança crescer no tamanho, mas não amadurecer. Quer ficar sendo sempre o bebê e expressa isso na fala", conta a especialista.

Se o bebê não quer falar, não se afobe, estimule!
Os pais ficam muito ansiosos e, por isso, podem acabar pressionando a criança e intimidando o desenvolvimento dela. "A linguagem é importante porque, além de tudo, desenvolve também a parte neurológica da criança. Sons, ruídos, fala e articulação da boca, tudo isso ajuda a criança a estimular uma série de coisas no corpo e no cérebro dela", ensina a especialista.

Se o bebê está se esforçando bastante para falar, não precisa se assustar. O segredo é continuar incentivando a fala, mas sem exagerar. A seguir, veja como fazer o pequeno se sentir mais seguro: 
1. Abaixe-se até ficar na altura da criança toda vez que for falar com ela. Assim, ela poderá enxergar melhor os seus movimentos de lábio e mandíbula;
2. Fale sempre a forma correta das palavras;
3. Se você perceber que ela tem dificuldade para falar certas palavras, tente usá-las com mais frequencia quando estiver conversando. Não se esqueça de que a criança aprende por repetição;
4. Incentive-a a conversar mais quando ela disser alguma palavra. Faça sempre pequenas perguntas enquanto estiver conversando com ela e espere a tentativa de resposta.

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Fonte: Minhavida.com.br

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Meu filho ainda faz xixi na cama. Como lidar com a situação?


Todos sabemos que os bebês e crianças muito pequenas não conseguem segurar o xixi e acabam fazendo nas fraldas ou até mesmo na cama. Mas quando a criança já deveria estar na idade de saber controlar a bexiga e continua fazendo xixi na cama, muitos pais não sabem como lidar com a situação.

Normalmente somos capazes de controlar nossa bexiga - urinamos quando queremos, no momento e local adequados - mas não nascemos assim. Nos bebês o sistema nervoso não está totalmente preparado e amadurecido para proporcionar este controle consciente. Este processo ocorre ao longo do tempo, nos primeiros anos de vida, de tal forma que aos quatro anos de idade 85% das crianças conseguem controlar a bexiga durante o dia. O controle noturno costuma ocorrer por volta dos seis anos. 

O que é enurese?

Enurese é a eliminação involuntária de urina, numa idade onde este controle já deveria existir. A enurese noturna, urinar durante o sono, é um problema psicológico e social bastante traumático para a criança, que pode mobilizar emocionalmente todo o núcleo familiar. 
Ela pode ser primária, quando a criança nunca conseguiu evitar a perda de urina, ou secundária, quando ela volta a molhar a cama após um período de pelo menos 6 meses se fazer xixi involuntariamente durante o sono. Em torno de 15% das crianças, por volta dos sete anos de idade, podem ainda apresentar episódios de perda noturna. Aos 10 anos, este número cai para 5%. 
A enurese noturna em geral apresenta três aspectos importantes:

- É um sintoma que pode ser provocado por várias disfunções diferentes;
- É por vezes motivo de atitudes punitivas, com agressões físicas e psicológicas à criança;
- É uma condição benigna e transitória. 

O que causa a enurese noturna?

Este sintoma pode ser provocado por várias situações, que se dividem em três pilares principais:

- Distúrbios do sono: a sensação de bexiga cheia/vontade de urinar não consegue despertar a criança;
- Falta de maturação do controle neurológico da bexiga, ou seja, a criança ainda não tem controle da micção;
- Aumento da quantidade de urina produzida pelos rins durante a noite. 

Como lidar com a enurese?

Alguns casos dramáticos são relatados, desde constrangimentos e castigos cruéis, até surras. As crianças, mesmo aquelas criadas em lares mais pacíficos, costumam comparecer à consulta para tratar deste problema com algum constrangimento e, por vezes, com sentimentos de vergonha e humilhação. 
Por isso é que o médico que se propõe a cuidar desses pacientes deve, desde o primeiro contato, demonstrar que verdadeiramente se interessa pelo problema, sem, no entanto manifestar pena. A criança tem que sentir que este profissional realmente se importa e que vai fazer tudo para ajudar. 
Cerca de 70% das crianças que fazem xixi na cama têm parentes que tiveram o mesmo problema, sendo que em pelo menos 40% das famílias um dos pais passou pela mesma situação.
Uma abordagem que sempre funciona é, logo após o relato do problema pelos pais, continuar a consulta com um diálogo dirigido à criança, e informando logo de início um dos aspectos do problema: a hereditariedade. Cerca de 70% das crianças que fazem xixi na cama têm parentes que tiveram o mesmo problema, sendo que em pelo menos 40% das famílias um dos pais passou pela mesma situação. 
Isto nem sempre é contado ao pequeno paciente, e quando ele passa a saber disso - e mais ainda, quando no meio da consulta um dos pais confessa que teve o mesmo problema - é impressionante como o semblante da criança muda. A face de sofrimento se transforma em expressão de alívio por descobrir-se não ser tão diferente assim. Os sentimentos que se seguem a esta revelação são múltiplos: surge a esperança de que um dia, mais cedo ou mais tarde, o problema dela também vai desaparecer. 

Tratamento

O tratamento correto depende de uma avaliação criteriosa, e, geralmente, é prescrito somente por um período de tempo, o suficiente para aliviar os sintomas enquanto o organismo está se desenvolvendo e "amadurecendo". Não há uma conduta terapêutica única para um problema com tantas causas. Vários tipos de medicamentos podem ser usados, associados ou não ao tratamento comportamental. 
Na grande maioria das vezes, a enurese noturna tem cura espontânea, sem necessidade de qualquer tipo de abordagem mais profunda. Com o devido esclarecimento da criança e dos familiares, a ansiedade diminuiu. Em algumas vezes isso basta para o desaparecimento dos sintomas.  
No entanto, é importante lembrar que em alguns raros casos a enurese, noturna ou diurna, pode estar associada a algum problema mais grave. Isto é raro, mas quando o diagnóstico não é feito podem haver severas consequências. Crianças que mantêm este sintoma por mais tempo, e, principalmente, acima dos 10 anos de idade, devem ser obrigatoriamente avaliadas por um urologista.

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Fonte: Minhavida.com.br

Qual a idade ideal para tirar as fraldas?


Mamãe, você sabe qual o momento certo para tirar a fralda do seu bebê e incentivá-lo a usar o penico? O site Minha Vida deu algumas dicas para avaliarmos quando devemos passar para essa nova fase!

Ser mãe é dentre tantas coisas, estar atenta ao tempo de seu bebê e, se existe uma fase importante nos primeiros meses de vida dos pimpolhos, é o desligamento das fraldas. Cientistas norte-americanos recomendam paciência.

De acordo com estudo publicado no Jornal de Urologia Pediátrica e desenvolvido pela Universidade da Califórnia, o momento ideal para começar a tirar as fraldas dos bebês acontece entre os 24 e 32 meses. 

Segundo os estudiosos, o período seria ainda mais importante do que o método utilizado. Eles explicam que é nesta fase que as crianças começam a sinalizar que querem fazer xixi ou coco, um dos indícios de que chegou a hora de iniciar o processo e alertam para os perigos da antecipação ou atraso deste processo. 
O risco de desfraldar a criança antes de ela estar preparada, segundo eles, é que os pais vão ter mais trabalho na fase de adaptação da criança. O treinamento, que leva de 4 a 5 meses, poderia levar, então, o dobro do tempo e demorar além desse prazo poder trazer consequências como incontinência urinária e xixi na cama e nas calças.

Os pesquisadores dão algumas dicas de como perceber se seu bebê está pronto para passar por este processo: 

1. Observe

A criança que já sabe andar bem equilibrada e consegue identificar objetos começa a dar sinais de que chegou a hora.

Outro sinal é quando ela demonstra incômodo com o uso da fralda. Isso costuma acontecer a partir de 1 ano e meio, e o treinamento pode ser iniciado. Ela vai aprender a controlar a saída de xixi e coco em pouco tempo.

Dica: inicie o processo no verão porque a criança transpira mais, faz menos xixi e não veste tanta roupa como no inverno.  

2. O que é o que é?

Conhecer os nomes dos objetos, como banheiro e papel higiênico, e explorar o ambiente facilita a vida de quem começou a dar os primeiros passos rumo a uma vida sem fraldas.

Ensine tudo: sentar no vaso, puxar a descarga, lavar as mãos. Esse período de reconhecimento dura, em média, dois meses. 

3. Treinamento diário

O treinamento vai exigir muita paciência e determinação dos pais e de quem mais cuidar da criança. Ensine-a chamar alguém sempre que precisar ir ao toalete, deixe que fique sentada no vaso se tiver vontade. Nunca obrigue nem tenha pressa.

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Fonte: Minhavida.com.br

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Alergias: Entenda mais sobre elas

Muitas crianças podem apresentar sintomas de alergia ou irritação, mas você sabe diferenciá-los? Sabe o que pode causar uma reação alérgica? O site do bebe.abril.com.br nos ensinou um pouco mais sobre o assunto!



Algumas crianças apresentam a reação na presença de mofo e, outras, a alguns tipos de alimento. Identifique o agente e mantenha o problema longe do seu filho


1. O que pode ser considerado uma reação alérgica?
“Uma reação alérgica é aquela que acontece quando o sistema imunológico reage de forma exagerada a alguma substância com que o organismo entrou em contato”, define Fabíola Suano, pediatra especialista em Nutrição Infantil e Diretora Científica do Instituto Girassol. Isso pode acontecer por meio de bolinhas vermelhas na pele, espirros ou até mesmo dificuldade para respirar.

2. Qual a diferença entre uma reação alérgica e uma irritação?
Apenas o médico é capaz de identificar essa diferença. Para Christiana Alonso Moron, mestre e doutora em dermatologia pela Universidade de São Paulo, um bebê não tem o sistema imunológico pronto, por isso é difícil entender a reação a um produto como uma alergia. Em geral, o que existe é uma irritação, que deixa a pele bastante vermelha e, em alguns casos, podem aparecer até mesmo bolinhas de água.
Já a alergia costuma ser comum em crianças que já apresentam outros problemas, como a bronquite e a asma. Há ainda o peso da herança familiar, ou seja, se a mãe ou o pai têm algum tipo de alergia (respiratória ou alimentar), as chances de o pequeno apresentá-la também são grandes. Além disso, nem sempre a resposta alérgica é imediata. “A criança pode, por exemplo, comer um alimento infinitas vezes e com o tempo ir incomodando o seu organismo até que ele se manifeste”, afirma Christiana Alonso.

3. Quais são os produtos que mais causam alergia nas crianças?
Produtos de higiene pessoal, como sabonete e xampu, de limpeza pesada e aqueles com corantes são os mais famosos. “Portanto, pacientes com rinite ou asma têm que evitar produtos com cheiro ou cores fortes”, defende Kátia Valverde, pediatra e alergista do Hospital Samaritano de São Paulo. “A borracha e o níquel, substâncias encontradas nas bijuterias, também costumam causar bastante alergia. Por isso, é bom evitar esses artigos entre as meninas pequenas”, lembra Christiana Alonso Moron. Os ácaros, presentes nos carpetes e nas cortinas, pelos de animais e o pólen das plantas também entram na lista dos itens que levam às reações alérgicas.

4. E os alimentos?
Os alimentos considerados mais alergênicos – e responsáveis por 90% dos casos –, segundo a publicação americana Current Opinion in Pediatrics, são o leite de vaca, o ovo, a soja, o trigo, o amendoim, as nozes, os peixes e os mariscos. Entre eles, o mais preocupante é o leite, que costuma ser frequente no cardápio infantil. É claro que a resposta depende de outros fatores e, entre eles, está a predisposição genética para o problema e como os alimentos foram introduzidos na rotina da criança. “Sabemos que oferecer alimentos ao bebê muito cedo é um importante fator desencadeante de alergia”, lembra Kátia Valverde.

5. Quais são os primeiros sinais de uma alergia alimentar?
“Podem aparecer sintomas até duas horas depois da ingestão”, explica Fabíola Suano, pediatra especialista em nutrição infantil e diretora científica do Instituto Girassol. Os mais comuns são a coceira e a vermelhidão. No entanto, algumas pessoas podem ter dificuldade para respirar, causada pelo chamado edema de glote, e queda de pressão. Nesses casos, é importante procurar o pediatra o mais rápido possível.

6. É comuns crianças apresentarem reações alérgicas?
“Cerca de 5 a 6% das crianças menores de 3 anos têm alergia a algum alimento, o mais comum (80%) é o leite de vaca”, explica a pediatra Fabíola Suano. Os asmáticos têm mais riscos ainda de desenvolver o problema. “Com relação à rinite alérgica, ela acomete quase 20% da população geral no Brasil, sendo 33,4% crianças e 34% adolescentes”, completa Kátia Valverde.

7. Quais são os primeiros sinais de alergias de pele?
“Coceira e formação de placas avermelhadas e, às vezes, inchaço”, esclarece Kátia Valverde.

8. É verdade que uma criança pode ter alergia a fraldas?
Não é uma alergia, mas uma irritação. Nesse caso, a causadora do problema é a amônia, substância presente na urina e que agride a pele delicada do bebê. “Essa dermatite é bem vermelha”, explica Christiana Alonso Moron. Em alguns casos, ela ainda pode vir ladeada por bolinhas. Daí, o mais indicado é conversar com o pediatra para ver a melhor maneira de tratá-la.

9. As famosas brotoejas são um sinal de alergia ou de irritação de um produto?
Não. “A brotoeja é causada por uma imaturidade das glândulas da criança, que não conseguem excretar todo o suor que o bebê produz. Esse excesso acaba se depositando numa camada mais profunda da pele e é isso que causa as bolinhas vermelhas”, explica a dermatologista. O problema aparece quando, por algum motivo, o bebê sua demais, seja porque foi excessivamente agasalhado, seja porque viajou para um lugar onde a temperatura está mais quente. Além disso, produtos que colaboram para a oleosidade da pele ou muito cremosos podem levar ao problema. Daí a importância de aplicar cremes, protetores solares e outros cosméticos específicos para crianças e para cada tipo de pele.

10. Existe algum tratamento para acabar com uma alergia?
“A alergia, seja ela qual for, é considerada uma doença crônica, portanto, ela não acaba, não tem cura, e sim controle”, aconselha Kátia Valverde. E o controle é simples: mantendo a higiene do ambiente e evitando os alimentos campeões de alergia entre as crianças. Em alguns casos, é preciso lançar mão de medicações específicas. “Não há nenhum remédio, vacina ou coisa parecida que acabe com a alergia”, completa a pediatra Fabíola Suano.

11. Uma criança será sempre alérgica?
No caso dos alimentos, a criança pode criar tolerância com o passar dos anos. “Cerca de 85% dos alérgicos ao leite de vaca saram por volta dos 3 anos de idade. Já crianças alérgicas ao ovo podem melhorar somente na idade escolar”, explica a diretora científica do Instituto Girassol. Já alérgicos a frutos do mar ou amendoim podem nunca melhorar.

12. Quando é a hora de correr para o hospital?
Quando a reação é resistente e não passa. “E, se junto aos outros sinais de alergia e irritação, for notado um inchaço na pele e na face”, alerta a dematologista Christiana Alonso Moron.

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Fonte: bebe.abril.com.br

quarta-feira, 19 de junho de 2013

7 maneiras de beneficiar a amamentação do bebê

Toda mãe quer que seu filho cresça saudável e feliz. Para garantir a saúde do bebê, a amamentação é um passo importante no desenvolvimento da criança, pois o leite materno é o alimento mais completo. Ele possui muitas proteínas, carboidratos, minerais, gorduras, vitaminas, enzimas e imunoglobulinas, que vai proteger o neném contra várias doenças.

O Site Minha Vida explica que, de acordo com a área técnica da saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, a estimativa é que o aleitamento exclusivo evitaria 13% das mortes em crianças menores de cinco anos em todo o mundo. E mais: cerca de sete mil mortes de recém-nascidos no primeiro ano de vida poderiam ser evitadas com a amamentação na primeira hora do parto. Confira abaixo, sete medidas essenciais para ajudar a amamentar o bebê da maneira correta.

Desde a gravidez, os hábitos alimentares precisam ser os mais saudáveis possíveis. Na fase de amamentação, cuidar da alimentação da mãe é essencial. De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital e Maternidade São Luiz, durante a fase da amamentação a mãe aumenta seu gasto calórico em 30%. "É importante suprir essas necessidades da mãe, com um cardápio equilibrado e variado. A mulher deve se alimentar a cada três horas e procurar por alimentos que forneçam boas doses de proteínas, como leite e carnes. E não pode esquecer o carboidrato, para dar muita energia", aconselha o especialista. Procure incluir também alimentos chamados galactogogos, como o chá de erva-doce e caldo de cana, uma vez que aumentam a produção do leite. E modere o consumo de alho, cebola, pimenta e alimentos muito condimentados, pois podem mudar o sabor do leite.

dor ao amamentar - foto: getty images Socorro, meu leite empedrou! O ingurgitamento mamário, ou popularmente leite empedrado, acontece quando a bebida fica presa na mama por causa da sucção inadequada ou do esvaziamento incompleto do peito. Isso acaba deixando os seios rígidos, causando dor e até febre. Mas existe prevenção: deixar o beber mamar bastante ou retirar o leite com as mãos ajudam a esvaziar o peito.
cuidados com o seio - foto: getty images Cuide do seio. É muito comum as mamães desenvolverem fissuras no bico do peito com a amamentação ao longo dos primeiros meses. Isso porque a pele da aréola é muito fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Calma, não precisa sofrer. Existe um modo muito mais fácil do que você imagina para evitar esse tipo de situação. A consultora em aleitamento, Evangelista Kotzias dos Santos, ensina que tomar banhos de sol e passar bucha na região ajuda a engrossar a pele. Para aquelas mães que estão sofrendo com as fissuras, a dica é passar um pouco do próprio leite em cima da ferida, pois ele tem alto poder de cicatrização. "Em casos mais graves, o médico pode recomendar uma pomada cicatrizante. Mas lembre-se de lavar o bico do peito sempre que for amamentar, para o bebê não ingerir o remédio", ensina a consultora.
gravidas cuidados - foto: getty images Durante os meses da gravidez e da amamentação, os seios aumentam muito de volume e seu sutiã pode crescer até três números. A pele estica bastante, portanto podem aparecer estrias e é comum a flacidez do tecido. Mas nada disso é desculpa para não amamentar! "Para prevenir flacidez e estrias, capriche na hidratação desde a gestação, usando cremes específicos e se lembrando sempre de lavar os seios antes de amamentar, para o bebê não ingerir o hidratante. E trate de usar bons sutiãs de sustentação, com alças largas, aros e bojos firmes", ensina consultora em aleitamento, Evangelista Kotzias dos Santos.
mamãe amamentando - foto: getty images Colocar o bebê na posição correta é imprescindível para evitar que ele engasgue ou tenha dificuldade de tomar o leite. Em relação às mães, segurar o bebê de maneira errada pode gerar dores na coluna e estresse. E nem você, muito menos o seu filho, precisa sofrer na hora da amamentação. Procure deixar o bebê posicionado na mesma altura do mamilo, com a cabeça repousada no antebraço da mãe. Se a criança for maior e estiver irrequieta, segure-a por trás dos ombros. O bebê deve ser capaz de alcançar o peito facilmente, sem precisar se esticar, nem girar a cabeça. A mãe deve aproximar o bebê do peito, e não o peito do bebê. Com o bebê bem posicionado, é só esperar que ele abra bem a boca para iniciar a amamentação.
leite materno - foto: banco de imagens Muitas mães falam, mas é um mito acreditar que o leite materno é fraco por ter uma aparência aguada. "Realmente, o leite materno não tem a mesma consistência do leite de vaca, por exemplo, que é bem mais grosso. Mas essa aparência aguada não quer dizer menos nutrição. Se você mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade, na quantidade certa, e não precisa complementar a dieta do pequeno com nada", explica a consultora Evangelista Kotzias. Lembrando que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que os bebês se alimentem apenas com leite materno até os seis meses de vida e, depois, que ele seja usado como complemento da alimentação até os dois anos de idade.
bebe dormindo - foto: getty images Estudos que comprovam os benefícios da amamentação não são poucos. Um dos mais recentes reforçou a lista. O estudo foi conduzido pelos pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra e mostrou que a amamentação ajuda a reforçar a saúde dos pulmões. Por meio da análise de 1.500 bebês, foi observado que aqueles que haviam sido amamentados por, pelo menos, quatro meses tinham um funcionamento melhor do pulmão, quando comparados com aqueles que tiveram a mamadeira como principal opção.

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Fonte: www.minhavida.com.br

terça-feira, 11 de junho de 2013

9 dicas de pediatras para o seu filho crescer com saúde

O site Minha Vida separou para as mamães nove conselhos de pediatras para a criança crescer saudável! Confira as dicas:

Mantenha a cartela de vacinação em dia

Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. "A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente", diz a pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Além disso, a vacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano), Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia, pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), Varicela e Hepatite A. "Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida", completa a especialista.


Amamente o seu filho pelo menos até os seis meses de idade 

Segundo a pediatra Ana Gabriela, o leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que têm a função de proteger o organismo dos pequenos. "O leite ainda tem ação bactericida, protegendo os recém-nascidos de doenças infecciosas, alergias, obesidade e diabetes, além de conter nutrientes que trazem efeito positivo no aprendizado e no desenvolvimento da cavidade bucal", completa a especialista. A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam amamentação como único alimento para o bebê por aproximadamente seis meses. Após esse período, a amamentação deve ser e complementada com outros alimentos até os dois anos ou mais.
Monte um prato colorido 

A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. "Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar", diz a pediatra Ana Gabriela.

A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. 'Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro", diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. "Experimente trocar esses lanches por frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas", afirma.
Respeite a soneca da tarde 

Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora. "A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade", aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. "Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca", diz Ana Gabriela. ?Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não?, completa.

Deixe a criança brincar ao ar livre 

Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. "Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros", diz. 'Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor."

Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. "A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade", afirma Marcelo Reibscheid.
Ensine a criança a manter hábitos de higiene

É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. 'Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo", diz a pediatra Ana Gabriela. "Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites."

Estimule a prática de exercícios 

Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. "A prática de exercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social", diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. "Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos", diz Marcelo.
Estabeleça uma rotina 

"As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas", alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. "Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade."



Deixe a criança longe do fumo passivo

O fumante passivo inala as mesmas substancias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. "Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro", alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.

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Fonte: www.minhavida.com.br

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Entenda a linguagem corporal dos bebês

Sabe aquela hora que seu bebê está sorrinho, chorando ou até gritando? Que tal entender melhor o que quer dizer cada um desses gestos? O site da Revista Crescer nos deu umas dicas, confira:

Acompanhar o desenvolvimento de uma criança pode ser um dos exercícios mais prazerosos do mundo, especialmente para mães e pais de primeira viagem. Abrir os olhos, piscar, bocejar, segurar, apertar e soltar objetos, balbuciar sílabas e palavras inexistentes – toda novidade passa a ser um espetáculo digno de admiração (e comemoração) nesse processo. Porém, quando tentam interpretar movimentos simples como esses, algumas pessoas enxergam além do que deveriam.





Um exemplo: quando um bebê com poucos meses de vida começa a emitir sons parecidos com gritos, o que pode estar acontecendo? Muitos responderão, com toda certeza, que ele está tentando chamar atenção e mostrar que está incomodado com alguma coisa. Essa, no entanto, não é a interpretação correta (já que isso acontece apenas quando ele tem mais de 3 ou 4 meses). Quando ainda é bem novinho, o bebê costuma “gritar” simplesmente para treinar as cordas vocais e reconhecer os limites da própria voz. Pode ser, então, que não esteja querendo dizer absolutamente nada!

De qualquer forma, não há motivo para entrar em pânico. É natural que você não consiga entender, de cara, tudo o que seu filho tenta mostrar em suas primeiras semanas e meses de vida. A demonstração que eles fazem de vontades, incômodos e sentimentos positivos e negativos pode, sim, ser bastante confusa por um tempo.

Para ajudar você nessa empreitada, organizamos, com a ajuda do pediatra Alessandro Danesi, do Hospital Sírio Libanês (SP), um guia com possíveis interpretações dos principais movimentos da linguagem corporal dos bebês.

Sorrir
Depois de uma tarde cansativa, você chega perto do berço do seu filho, chama-o pelo nome e ele, adormecido, ameaça abrir um sorriso. Pronto, seu dia ficou instantaneamente mais feliz! Não queremos jogar um balde de água fria (com certeza seu bebê já tem uma ligação sentimental forte com você), mas isso pode não ser uma demonstração de amor. Antes de qualquer coisa, é uma demonstração de bem estar. Até o primeiro mês de vida, os sorrisos aparecem quando o bebê está dormindo como reflexo a qualquer tipo de sensação agradável. Ou seja, ele pode sorrir em qualquer momento que estiver bem alimentado, bem cuidado e em um ambiente quente e aconchegante.

Chorar
Quando o bebê ainda não consegue emitir sons significativos, o choro é a única forma de comunicação, além do olhar, que ele consegue estabelecer com você. E, quando chora, não quer necessariamente demonstrar que está descontente com alguma atitude sua; na maioria das vezes, quer apenas reivindicar alguma coisa. Ele pode estar com os mais diversos tipos de desconforto, como dor, fome, sede ou necessidade de colo, que devem ser analisados até serem descobertos.


 Gritar / Balbuciar
Por volta dos 3 meses, o bebê começa a emitir sons parecidos com gritos. Depois de mais algum tempo, começa a balbuciar sílabas. Mas não precisa quebrar a cabeça em nenhum desses casos. Quando ele “grita”, não quer dizer que está irritado, e, quando balbucia, não quer dizer que está tentando alertar sobre alguma coisa (até porque, nessa idade, ainda não consegue estabelecer relações entre os sons e as palavras). A situação é simples: provavelmente ele está apenas treinando as cordas vocais, emitindo sons enquanto reconhece a própria voz.

Jogar objetos
Você prepara a papinha com todo o cuidado e carinho e coloca seu filho no cadeirão para alimentá-lo. Só que, depois da primeira colherada, ele empurra o pratinho e o derruba no chão. Naquele momento, você pensa: minha comida deve estar horrível! Engano seu. Os bebês são extremamente curiosos em relação ao mundo. Quando derrubam um objeto, querem apenas ver o que vai acontecer quando cair no chão. É uma fase de descobertas constantes, eles não nascem sabendo relações de causa e consequência. Seu filho repetirá movimentos como esse algumas vezes, e você, aos poucos, deve ensiná-lo o que pode e o que não pode fazer.

Bater
Aqui a lógica é parecida com a exemplificada acima. Com poucos meses de vida, o bebê começa a descobrir o funcionamento das coisas de acordo com suas próprias experiências. Ele pode pegar um brinquedo, como um chocalho, e começar a batê-lo contra você, por exemplo, para ver a reação que aquilo irá causar. Essas batidas, porém, não têm nenhuma conotação de agressão. De novo, cabe a você ensiná-lo o certo e o errado com o passar do tempo.

Se recusar a ficar parado
Bebês são pequenos e frágeis, mas têm uma enorme quantidade de energia acumulada. Quando você for trocar a fralda ou a roupa dele, pode ser que não fique parado um instante sequer, mexendo os braços e as pernas, por exemplo. E isso não quer dizer que ele está incomodado com aquela situação. Apenas está ativo para liberar energia, treinar os movimentos e buscar posições novas para o corpo.

“Vale frisar que, de tudo isso, o mais importante é a comunicação geral que o bebê estabelece com os pais. Basicamente, quando ele costuma fazer contato visual com o pai e a mãe e mantém uma expressão tranquila na maior parte do tempo, quer dizer que o ambiente em que está inserido está saudável. Significa que os pais não precisam se preocupar, pois estão no caminho certo”, explica o pediatra Danesi.

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Fonte: http://revistacrescer.globo.com

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Temperatura rápida sem tocar no bebê

Já Pensou em poder tirar a temperatura do seu filho durante a noite, sem acordá-lo?
Pois é, com esse Termômetro No Touch da Safety1st, agora você pode!

Temperatura rápida sem nenhum toque!




Este termômetro digital possui um grande display iluminado e permite verificar a temperatura dos seus filhos sem acordá-los ou incomodá-los. Basta posicionar o termômetro acima da testa, sem encostar, e logo terá um indicador visual e sonoro mostrando o resultado da leitura feita.
O termômetro funciona muito bem para qualquer membro da família e também pode ser usado para determinar a temperatura de alimentos e banho, isso porque não há necessidade de encostar no objeto para que ele dê a temperatura exata.

- Luz vermelha indica se está posicionado corretamente
- Não acorda as crianças
- Medição em 1 segundo
- Indicador de febre/não febre
- Tabela indicadora de febre
- Apaga automaticamente
- Indicador de pilhas fracas
- Temperatura em Celsius ou Fahrenheit
- Vem com pilhas

Gostou?
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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Produtos Essenciais para seu Bebê

O Sapo e a Princesa separou uma lista de produtos que são muito úteis para as mamães de bebezinhos!
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Confira a lista abaixo:


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2 - Aspirador Nasal Gracco. Descongestiona com segurança e conforto o nariz da criança e ainda reproduz 12 melodias para distrair os pequenos durante o uso. 
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3- Chupeta Dosadora de Remédio - Safey 1st. Para dar o remédio mais facilmente par ao bebê. O medicamento quando ingerido, ultrapassa a região sensitiva do paladar e o neném nem sente o gosto.
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terça-feira, 14 de maio de 2013

7 razões para você deixar o bebê dormir à tarde


O neném se recusa a brincar, você acabou de trocar as fraldas e ele também não quer mamar. Parece estar tudo ok, mas nada dele parar de chorar. Sabe o que pode ser? Falta de uma sonequinha!!

O pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, explicou ao site Minha Vida, que o sono é um hábito aprendido.

"O cochilo da tarde deve ser cultivado até os cinco anos, aproximadamente. O tempo deste descanso varia conforme a idade e a necessidade de cada criança e não interfere no sono da noite", afirma o especialista. E uma coisa é certa: dormir bem faz com que a criança aproveite melhor as horas em que está acordada, reduz a ansiedade e até previne contra a obesidade infantil. Veja como os benefícios da soneca podem favorecer o desenvolvimento da criança.
 
Melhora a produtividade
Segundo o pediatra Paulo Taufi Maluf Jr., do Hospital 9 de Julho, ficar sonolento durante o dia prejudica o aprendizado e afeta capacidade de prestar atenção da criança, diminuindo, assim, sua produtividade. Além disso, é durante o sono que grande parte das informações apreendidas e tarefas realizadas ao longo do dia são arquivadas e memorizadas. Por isso, essa soneca da tarde não só recarrega as baterias da criança como ainda ajuda a solidificar os novos conhecimentos.
 Diminui a irritação
Há duas razões principais para uma criança se mostrar irritada: fome ou sono. "O problema é que, dependendo da idade, ela não sabe como expressar o que está sentindo. A mãe só sabe que existe um desconforto porque o bebê chora sem parar", afirma o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria. Assim, se você já checou todas as possíveis causas da irritação e chegou à conclusão de que a criança está cansada, leve-a para um ambiente sem barulho, com baixa luminosidade e seja paciente para que ela pegue no sono.
 Ajuda no desenvolvimento cognitivo
"O sono é uma atividade que repousa o cérebro e estimula o inconsciente, arquivando todas as informações novas absorvidas ao longo do dia", aponta o pediatra Sylvio. De acordo com o especialista, é necessário esvaziar a mente após um dia cheio para poder apreender mais informações e ser capaz até de criar associações, como a de sentir vontade de fazer xixi e ir ao banheiro.
 Reduz a ansiedade
A falta de sono excita todo o organismo da criança e ela fica ansiosa. "Mesmo estando exausto, o bebê vai querer ficar acordado. Cabe aos pais reconhecer os sinais do cansaço e proporcionar um ambiente favorável ao sono", afirma o pediatra Jorge. Privar a criança desse período de relaxamento afeta o desenvolvimento dela e pode até prejudicar a liberação do hormônio responsável pelo crescimento.
  Previne contra a obesidade
Um estudo publicado na revista Pediatrics revelou que crianças que dormem pouco estão mais propensas a desenvolver obesidade infantil do que aquelas que se mostram descansadas ao longo da semana. A pesquisa feita pela University of Chicago, nos Estados Unidos, analisou o padrão de sono de 308 crianças entre quatro e dez anos. As crianças que dormiam cerca de sete horas, com intervalos irregulares, apresentaram um risco quatro vezes maior de desenvolver obesidade do que as outras, que dormiam mais de nove horas por dia.

Para o pediatra Sylvio, a ligação entre o sono e a doença também pode ser explicada pela ansiedade gerada pelo cansaço. "A ansiedade é um dos gatilhos da fome emocional e, neste estado, as crianças buscam alimentos que proporcionam prazer mental, como doces e salgadinhos", aponta.
  Melhora a coordenação motora
O aprendizado da criança não para no momento em que ela vai dormir. "Levando a mão à boca, pegando em seu pezinho e até tentando se movimentar no berço ela melhora a coordenação motora e desenvolve a noção espacial do próprio corpo", afirma Jorge Huberman. Todos esses conhecimentos são arquivados durante o sono e aprimorados ao longo do tempo.
 
Deixa a mãe descansar
"A mãe que tem possibilidade de se dedicar exclusivamente ao filho deve aproveitar para dormir sempre que seu bebê tirar uma soneca", explica Sylvio. Segundo ele, dependendo da idade da criança, há necessidade de assistência durante grande parte do dia, o que, inevitavelmente, leva os pais à exaustão. Por isso, é fundamental terceirizar tarefas sempre que possível, pois a ansiedade e o constante estado de tensão pode até cessar a produção do leite materno.

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Fonte: minhavida.com.br

terça-feira, 7 de maio de 2013

Saiba os cuidados na hora de dar banho no bebê durante o inverno



Quando o inverno chega, a hora do banho é prorrogada até o último minuto. Sentimos frio só de pensar em se despir. E depois, com o banho terminado, não temos vontade de deixar o chuveiro por nada. O frio demanda uma preparação maior para o banho mesmo. Mas, se para os adultos é assim, imagine para os bebês.

"O banho do bebê precisa ser um momento de segurança e prazer tanto para a criança como para a mãe. No frio, as mães precisam prestar mais atenção com relação a preparação do ambiente para não haver desconforto", explica a enfermeira Mary Kazumi Ikezawa, gerente das clínicas pediátricas do Hospital São Paulo.

Para evitar que a hora do banho seja um facilitador para que seu bebê tenha problemas típicos do inverno, como gripes e resfriados, preste atenção nas dicas a seguir: 

Qual o momento ideal?

A hora do banho é a mãe que define de acordo com sua disponibilidade de horário. No entanto, alguns pontos precisam ser considerados. É importante que a criança não seja banhada depois de ter sido alimentada para evitar que ela fique enjoada ou com mal-estar. "Após a amamentação, a mãe deve esperar no mínimo duas horas para dar banho no bebê", afirma Mary Kazumi.

Em dias de inverno, evite banhar a criança nos períodos da manhã e da noite, pois são os momentos de temperatura mais baixa e, portanto, o impacto da baixa temperatura no corpo da criança será maior. "O ideal é que o banho seja realizado no começo ou no meio da tarde", indica a especialista.

Mas não adianta só levar em conta o horário mais quentinho. Além disso, Mary Kazumi diz que a mãe deve perceber também se a criança está disposta. "Se o bebê apresentar sonolência, lentidão ou se as extremidades, como mãos e pés, estiverem frios e os lábios arroxeados, o banho deve ser adiado ou evitado. Caso isso aconteça, a mãe deve manter a criança bem aquecida", diz Mary.  

A temperatura ideal

vó dá banho em bebê
Uma vez escolhida a hora do banho, a temperatura da água precisa ser muito bem ajustada. "Com o frio do inverno, as mães têm tendência de preparar a banheira com água superaquecida, porém, isso pode ressacar a pele do bebê. O ideal é manter a água morninha, levemente quente", ensina a especialista.

Para saber se a água está morna, mergulhe na água a parte de dentro do antebraço. Como nessa região do corpo, a pele é mais fininha, você vai sentir se a temperatura estiver boa. Se a temperatura da água estiver mais quente que o ideal, a pele do bebê te dará os sinais, ficando vermelha. 

Higienização

O que poucas pessoas sabem é que, por ser muito sensível, a pele da criança pode ficar irritada ou ressecada até mesmo com xampus e sabonetes específicos para bebês. Por isso, a especialista em enfermagem indica que o sabonete deve ser usado em poucas quantidades. "Uma gotinha, apenas nas dobras do corpo, como axilas, pescoço, genitais e glúteos, já é suficiente para que o bebê fique bem limpinho. A mania que as mães têm de querer deixar a criança cheirosa pode gerar incômodos para os pequenos", diz Mary Kazumi.

Outro ponto, que pode parecer meio estranho por causa de nossa cultura, mas que é muito viável, é que, nos dias muito frios, os bebês não precisam tomar banho diariamente. "A mãe pode optar pela higienização das dobras, com um algodão, sabonete e água morna. Esta higienização deve ser feita por etapas, tirando uma peça de roupa de cada vez e vestindo logo em seguida a peça nova, para evitar que o bebê fique em contato com a friagem."

Aqueça o ambiente

Deixar o lugar bem aquecido é fundamental para evitar que a criança leve um choque de ar frio, após a saída do banho. A especialista do Hospital São Paulo atenta para a necessidade de a mãe aquecer o ambiente em que a criança será higienizada ou vestida. "Fechar todas as portas e janelas é fundamental. Se a mãe tiver um aquecedor de ambiente deve usá-lo para esquentar o quarto (ou o banheiro). Deixá-lo dez minutos ligado antes do banho, já é suficiente para esquentar o ar", indica.

Além disso, a mãe deve manter a roupa que a criança irá vestir por perto. "A roupinha não deve ficar no banheiro porque pode ficar úmida. Mas é bom que ela já esteja separada, para evitar que a criança não fique muito exposta. Quando o banho for finalizado, a mãe deve enrolar bem o bebê rapidamente na toalha (que deve ser macia) para colocar a roupinha."

Banheira ou chuveiro?

A banheira é um objeto indispensável para o banho da criança. Até dois anos ela deve ser usada, pois além de permitir que a mãe tenha maior controle sobre a criança, o objeto se assemelha ao ambiente intrauterino, deixando o bebê mais confortável. Se a mãe não tiver banheira em casa, uma bacia grande pode resolver o problema.

O chuveiro só deve ser usado quando as crianças estiverem um pouco maiores. "O jato de água do chuveiro em um bebê muito novinho é um estímulo forte para a criança e pode deixá-la agitada e incomodada. Além disso, o chão gelado e escorregadio é também um perigo para o bebê."

A especialista Mary Kazumi Ikezawa diz que a passagem do chuveiro para a banheira deve ser feita por volta dos dois anos e meio de idade, quando a criança já está começando a andar e, por isso, consegue ficar mais firme, em posição ereta.

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fonte: www.minhavida.com.br

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Alimentos perigosos para crianças de 1 à 3 anos

 
Mamães
estão sempre preocupadas em manter seus filhos seguros e pos isso, separamos algumas dicas de alimentos que podem ser perigosos para crianças de 1 à 3 anos, segundo o site Baby Center.

O que não dar ao seu filho de 1 a 2 anos

Leite desnatado, tipo C ou light
A maioria das crianças dessa idade precisa das calorias e da gordura presentes no leite integral (tipo A ou B) para crescer. Até a gordura é saudável, pois existem vitaminas que são lipossolúveis, ou seja, precisam da gordura para ser absorvidas. Depois que a criança fizer 2 anos, dependendo da situação, o pediatra pode orientar a adoção de um leite semidesnatado.

Alimentos com risco de engasgo

- Comida em pedaços grandes: Pique tudo bem pequeno antes de dar à criança. Na salada, pique ou rale a cenoura, beterraba ou erva-doce, ou então cozinhe primeiro. Frutas pequenas como uvas devem ser cortadas em quatro, assim como tomates-cereja. Todos os tipos de carne e queijo devem ser picados em pedaços miúdos.

- Alimentos pequenos e duros (balas, todo tipo de castanha, passas secas). Cuidado com pirulitos, pois a bala pode se soltar do palito de repente.

- Alimentos moles e grudentos: Chicletes, balas moles e doces como o brigadeiro podem ficar presos na garganta, e são ainda mais difíceis de ser retirados. Evite chicletes e balas, e, se for dar docinhos, ensine a criança a mordê-los, em vez de enfiar tudo na boca de uma só vez. Creme de amendoim e doce de leite muito espessos também grudam na garganta: só dê ao seu filho passado em pães ou bolacha, numa camada fina, e nunca na colher.

- O risco de engasgo aumenta se a criança resolver correr, pular ou brincar quando estiver comendo. Um susto também pode ser perigoso. Por isso o ideal é que ela coma num ambiente tranquilo, sempre sob a supervisão de um adulto.

- Comer no carro: Evite deixar seu filho se alimentar dentro do veículo, pois será mais difícil tomar conta dele.

O que não dar ao seu filho de 2 a 3 anos

Alimentos com risco de engasgo

Embora a criança esteja comendo cada vez melhor, ainda há risco de ela engasgar. Continue evitando os alimentos citados acima (1 a 2 anos), e tente não deixar seu filho comer fazendo outra atividade ao mesmo tempo, como correr, andar, brincar. Ele pode se distrair e acabar se engasgando.

Depois dos 3 anos, os cuidados devem permanecer, mas ainda é preciso ficar de olho em castanhas, amendoins, balas e pipoca, que podem bloquear a respiração da criança caso sejam inalados.

De olho nas alergias

Existe certa polêmica entre os especialistas quanto à estratégia de adiar ao máximo a introdução de alimentos que possam causar reações alérgicas. A recomendação mais tradicional é, no caso de crianças com familiares alérgicos, esperar até 1 ano para dar pela primeira vez alimentos como clara de ovo e frutas vermelhas.

Mas estudos começaram a demonstrar que esse tipo de atitude não evita o surgimento da alergia. De qualquer forma, quanto maior a criança, melhor ela poderá se expressar se estiver sentindo alguma coisa diferente.

Clara de ovo, amendoim, castanhas, frutos do mar e peixes são os alimentos que mais causam alergia, além de leite, trigo e soja. Componentes de alimentos industrializados, como corantes, também podem causar reações alérgicas.

Quando você for dar alguma dessas coisas pela primeira vez ao seu filho, observe-o bem, e não dê muitas novidades ao mesmo tempo, para ficar mais fácil de identificar uma possível reação.

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Fonte: brasil.babycenter.com

domingo, 14 de abril de 2013

Saiba como ajudar seu filho a se alimentar bem de 1 à 3 anos


 Fique calma. Ofereça alimentos saudáveis e nutritivos para o seu filho, mas deixe que ele decida o quanto quer comer. Acredite, o corpo dele sabe o tanto de comida de que precisa.

Tenha horários fixos para as refeições e para os lanches, levando em conta a rotina de sono do seu filho durante o dia. Ofereça três refeições e mais dois ou três lanchinhos nutritivos. Veja exemplos de lanches saudáveis:

• frutas
• tomatinhos cereja e pedaços de queijo
• iogurte com pedaços de fruta
• um sanduíche pequeno
• cenoura, pepino ou erva-doce crus, ralados ou em pedaços pequenos, se ele já mastigar bem
• torrada ou pão com patê ou queijo cremoso
• leite gelado batido com frutas
• um copo de leite e um pãozinho ou fatia de bolo caseiro

Procure evitar dar de comer logo antes da hora da soneca, quando ele já está caindo pelas tabelas de tanto sono. Se a refeição atrasou e ele já está fechando os olhos, dê alguma coisa leve, e guarde a refeição maior para quando ele acordar. Encaixe os lanchinhos entre as refeições. Se passar muito tempo sem a criança comer, ela pode acabar ficando irritada de fome, o que atrapalha a paz da refeição.

Torne as refeições interessantes e divertidas. Uma das estratégias é sempre, depois do salgado, oferecer uma sobremesa. Com isso seu filho ganha mais uma chance de absorver nutrientes. Não é porque o alimento é doce que ele precisa ser proibido.

Mas não vale usar a sobremesa como prêmio por comer a parte salgada da refeição. Em tese, isso dá valor demais ao doce, o que causaria problemas no futuro. Você vai ter de fazer um enorme esforço para não cair na armadilha, porque usar esse artifício é quase automático.

Veja alguns exemplos de sobremesas nutritivas: pudim de leite, salada de fruta com iogurte ou um pouco de sorvete, compotas de fruta, arroz-doce, iogurte natural com geléia, fruta com mel (para crianças acima de 1 ano).

Coma junto com seu filho sempre que conseguir, e coma os alimentos que gostaria que ele comesse. Crianças precisam experimentar para aprender a comer novos alimentos, e o melhor incentivo é ver outras pessoas comendo. Faça comentários sobre a comida durante a refeição: "Nossa, isso está uma delícia", ou "Humm, purê de batata com carne moída é uma das minhas comidas favoritas".

Essa fase do seu filho é uma ótima oportunidade para aprimorar os seus hábitos alimentares e até para se aventurar mais na cozinha.

Respeite as preferências da criança. Nessa idade, começam a surgir os gostos: há crianças que gostam da comida molhadinha, outros já preferem alimentos secos. Outros exigem que cada tipo de comida fique separado do outro (não pode misturar o arroz com o feijão, por exemplo). Há aqueles que têm dificuldade para mastigar carne. Embora você deva respeitar o gosto do seu filho, não faça uma comida especial só para ele.

Ofereça sempre a mesma coisa que o resto da família estiver comendo, mas procure se certificar de que ele vá gostar de pelo menos uma das opções. Com o tempo, o gosto da criança vai mudando, portanto é importante continuar oferecendo ao seu filho a mesma comida dos adultos.

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 Fonte: brasil.babycenter.com

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Leite Materno deve ser o único alimento para bebês até 6 meses



O programa 'Fantástico' da Rede Globo mostrou no último domingo, dia 31/04, uma matéria muito legal sobre a importância da alimentação somente com leite materno para bebês até 6 meses de vida.

Muitas mães começam a dar alimentos sólidos aos filhos muito cedo, mas será que isso é bom? Confira detalhes da matéria abaixo.


“No cinco meses, eu fui pra pediatra. Quando eu disse que tava dando um mingauzinho, ela disse "é o quê?!? Só que além do mingau, ela já tava comendo outras coisas, um arrozinho de leite, suco de acerola. Falta comer só buchada agora”, disse a mãe de Yasmin, Carla Fernandes.

Uma pesquisa publicada nesta semana na revista da Academia Americana de Pediatria, mostra que nos Estados Unidos 40% das mães dão alimentos sólidos aos bebês antes dos 4 meses de idade.
No Brasil não há dados oficiais, mas a prática também é bastante comum.

Amanda amamentou Sofie por dois meses e logo começou a dar leite de caixinha. Mas a criança vomitava.
Amanda: A médica falou provavelmente é o leite que é muito forte pra ela.  Então eu optei pelo semi-desnatado. Sempre acrescentando a farinha, porque sem a farinha ela não toma.
Mãe: Isso com 2 meses de idade?
Amanda: Com dois meses.
Fantástico: Esse leite que você às vezes dá pra ela acrescentando a farinha?
Amanda: Isso, esse leite. Sempre acrescentando a farinha, porque sem a farinha ela não toma.


Desde os quatro meses, Sofie come bolacha, iogurte e frutas. Mas nada disso é recomendado. Segundo a Organização Mundial da Saúde, os bebês deveriam tomar só o leite materno até os seis meses.

Mas o que fazer nos casos que não é possível amamentar até os seis meses?
“No meu caso, ele com três meses eu voltei a trabalhar, e o recomendado pela pediatra foi tudo”, disse a mãe de Robson Lucas, Bárbara Pantojo Mengue.

Para os especialistas, essa não é a época pra isso.
“Se você por algum motivo não conseguiu mais ter leite, existem leites específicos para bebês e eles devem der oferecidos para bebês menores de um ano”, disse Fabíola Suano de Souza,  pediatra  da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Os leites formulados especialmente para os bebês são aceitáveis. Assim como sucos e papa de frutas.
Fabíola: 100ml ao dia de suco natural.
Fantástico: A partir de que idade?
Fabíola: Depois dos 4 meses, antes dos 4 meses não.

E em outra mesa, ficam os alimentos com grande quantidade de açúcar, corantes, conservantes. 
Fantástico: O biscoito doce pode ser colocado no leite, amassado e dar?
Carolina dos Santos: Então, o biscoito doce ele tem açúcar. Só depois do primeiro ano de vida, dentro de uma alimentação balanceada.


E algumas opções saudáveis, como as frutas, mas com consistência inadequada para crianças de até seis meses.

“A criança não tem o preparo adequado do seu intestino para filtrar os alimentos de uma forma adequada. Pelo contrário, quando estimulado inadequadamente, podem predispor o aparecimento de doenças futuras, é a doença celíaca, são as alergias alimentares, fruto da introdução inadequada do alimento precocemente”, disse Sérgio Sarrubbo, pediatra professor da USP-SP.

Mãe: Eu só dou leite materno, e como que eu faço com sogra, mãe, tia, tio, que me crucifica, acha que eu sou uma mãe desnaturada?

A Sociedade Brasileira de Pediatria segue a recomendação internacional, e é clara: “Aleitamento materno exclusivo, simples assim aqui esse copinho tem tudo o que um bebê precisa durante os seus primeiros seis meses de vida. Fatores que vão protegê-lo agora e ao longo da vida”, disse Dra. Fabíola.

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Fonte: Globo.com
Image: saude.sapo.pt