terça-feira, 30 de abril de 2013

Seu filho tem um amigo imaginário?


 Calma! Se seu filho tem um amigo imaginário, isso significa que ele é uma criança muito criativa. Aliás, crianças muito inteligentes tendem a ter amigos imaginários. O fenômeno também é mais comum com primeiros filhos, que têm menos companhia.

As crianças também usam o artifício do amigo imaginário para aprender melhor os conceitos de certo e errado. É por isso que o amigo invisível às vezes leva a culpa pelas "artes" que ela faz: "Não fui eu que quebrei a boneca, foi o Marcelinho!".

Quando esse tipo de coisa acontecer, resista à tentação de dizer: "Que Marcelinho nada, você sabe que ele está só na sua imaginação!". Só explique que não é legal quebrar um brinquedo, que é preciso dar valor às coisas, sem entrar no mérito do culpado. Pode ser que ele até resolva dar uma bronca no Marcelinho, o que só mostra que ele aprendeu a lição.

O ideal é não dar muita bola para a história. Por um lado, não negue a existência do amigo imaginário, mas por outro não entre na dança, fingindo enxergar o amigo ou conversando com ele. O que pode acontecer se você incorporar o amigo imaginário à vida da criança é que ele vai "existir" por bem mais tempo.

Esse tipo de comportamento vai embora sozinho com o tempo. Fique tranquila e deixe seu filho aproveitar a companhia do "amigo". É uma fase comum da infância que logo vai acabar. Uma idéia é registrar a história num caderno de recordações, por exemplo. No futuro talvez ele ache legal saber qual era o nome do amigo imaginário de quando era pequenininho.

Acesse nossa loja online para presentes e produtos infantis, nacionais e importados!
www.osapoeaprincesa.com.br

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Animal de Estimação para a criançada? Confira dicas!



Está pensando em dar um bichinho de estimação para seu filho? O site babycenter.com dá alguns toques e dicas abaixo.

Se você não tinha animais de estimação antes, a especialista em animais Nikole Gipps sugere esperar até que a criança tenha pelo menos 3 anos, para aí sim comprar ou adotar um cão ou um gato. Um dos motivos é que a chegada de um bicho de estimação em casa dá trabalho, e crianças pequenas dão mais trabalho ainda, por isso a confusão pode ser grande demais de uma vez só para a família.

Além do mais, quando o novo mascote chega em casa, sempre há um período de adaptação, durante o qual certamente vão acontecer acidentes.

É importante, portanto, que a criança tenha certa maturidade para lidar com o comportamento desconhecido do novo animalzinho. E saiba que só dá para contar com a ajuda da criança em relação aos cuidados com o bicho de estimação quando ela tiver no mínimo 7 ou 8 anos.

Outra dica: em vez de um filhote, pense na possibilidade de ter um "jovem adulto", um cão ou gato de entre 1 e 5 anos. Nessa idade, os bichos já estão mais calmos, e ao mesmo tempo não são tão frágeis como quando eram filhotinhos. É uma ótima oportunidade para adotar um bichinho, em vez de comprar.

Quando for adotar, pergunte às pessoas responsáveis pelo animal como é o comportamento dele com crianças. Você pode pegar um sobrinho um pouco mais velho que seu filho "emprestado" para ver como o cachorro ou gato se comporta com uma criança. Se o bichinho já tiver morado em uma casa com crianças (e sem problemas), melhor.

Sugerimos um teste para você aplicar na hora de conhecer o animal. Veja como ele reage a barulhos altos e a carinho -- que, feito por crianças, não costuma ser muito leve.

No caso de um cachorro, mexa nas orelhas dele, devagar. Apalpe as patinhas, coloque o dedo dentro da boca dele até encostar na língua, mexa no corpo todo. Corra em círculos em volta dele e pule, para ver o que ele faz.

Com gatos, experimente pegá-lo no colo, fazer carinho e mexer nas patas. Você vai precisar de um animal de estimação que aceite esse tipo de manipulação sem ficar nervoso ou assustado demais.

Se o que você tem em mente é um filhote de raça, a dica é prestar atenção no comportamento da mãe -- e no do pai, se possível. Peça ao canil para vê-los. Se eles forem tranquilos, é provável que os filhotes também sejam.

O temperamento do bicho depende muito mais do próprio animal do que da raça, mas existem certas raças que são mais adequadas. Pesquise sobre a raça e sobre sua necessidade de espaço, exercício e companhia.

Em geral, os labradores, golden retrievers e cocker spaniels são bons cães para a família, porque gostam de muito carinho. Por outro lado, têm bastante energia, e quando filhotes seus dentes são afiados.






Cães de raças pequenas tendem a ser mais frágeis, e às vezes não gostam de crianças, por puro instinto de autopreservação. Mas sempre há exceções. Cães pastores, como o border collie, podem correr atrás das crianças e mordiscar os calcanhares delas -- de novo, podem, mas tudo depende do jeito do animal.

Alguns toques sobre gatos: o mais comum é os machos tolerarem melhor as crianças que as fêmeas. Procure adotar apenas gatos domesticados: pegar um gato adulto da rua, quando há crianças em casa, pode não dar certo, porque é grande a chance de o animal se sentir infeliz.

Lembre-se de, durante a gravidez, tomar precauções extras na hora de trocar a caixa de areia do gato, para evitar a toxoplasmose.

Obs: Com crianças pequenas, é preciso estar sempre alerta. Um estudo publicado pela revista Pediatrics mostrou que bebês de até 1 ano são as maiores vítimas de mordidas de cães (a maioria cachorros domésticos, que foram provocados sem querer).

Acesse nossa loja online para presentes e produtos infantis, nacionais e importados!
www.osapoeaprincesa.com.br

Fonte:  http://brasil.babycenter.com

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Alimentos perigosos para crianças de 1 à 3 anos

 
Mamães
estão sempre preocupadas em manter seus filhos seguros e pos isso, separamos algumas dicas de alimentos que podem ser perigosos para crianças de 1 à 3 anos, segundo o site Baby Center.

O que não dar ao seu filho de 1 a 2 anos

Leite desnatado, tipo C ou light
A maioria das crianças dessa idade precisa das calorias e da gordura presentes no leite integral (tipo A ou B) para crescer. Até a gordura é saudável, pois existem vitaminas que são lipossolúveis, ou seja, precisam da gordura para ser absorvidas. Depois que a criança fizer 2 anos, dependendo da situação, o pediatra pode orientar a adoção de um leite semidesnatado.

Alimentos com risco de engasgo

- Comida em pedaços grandes: Pique tudo bem pequeno antes de dar à criança. Na salada, pique ou rale a cenoura, beterraba ou erva-doce, ou então cozinhe primeiro. Frutas pequenas como uvas devem ser cortadas em quatro, assim como tomates-cereja. Todos os tipos de carne e queijo devem ser picados em pedaços miúdos.

- Alimentos pequenos e duros (balas, todo tipo de castanha, passas secas). Cuidado com pirulitos, pois a bala pode se soltar do palito de repente.

- Alimentos moles e grudentos: Chicletes, balas moles e doces como o brigadeiro podem ficar presos na garganta, e são ainda mais difíceis de ser retirados. Evite chicletes e balas, e, se for dar docinhos, ensine a criança a mordê-los, em vez de enfiar tudo na boca de uma só vez. Creme de amendoim e doce de leite muito espessos também grudam na garganta: só dê ao seu filho passado em pães ou bolacha, numa camada fina, e nunca na colher.

- O risco de engasgo aumenta se a criança resolver correr, pular ou brincar quando estiver comendo. Um susto também pode ser perigoso. Por isso o ideal é que ela coma num ambiente tranquilo, sempre sob a supervisão de um adulto.

- Comer no carro: Evite deixar seu filho se alimentar dentro do veículo, pois será mais difícil tomar conta dele.

O que não dar ao seu filho de 2 a 3 anos

Alimentos com risco de engasgo

Embora a criança esteja comendo cada vez melhor, ainda há risco de ela engasgar. Continue evitando os alimentos citados acima (1 a 2 anos), e tente não deixar seu filho comer fazendo outra atividade ao mesmo tempo, como correr, andar, brincar. Ele pode se distrair e acabar se engasgando.

Depois dos 3 anos, os cuidados devem permanecer, mas ainda é preciso ficar de olho em castanhas, amendoins, balas e pipoca, que podem bloquear a respiração da criança caso sejam inalados.

De olho nas alergias

Existe certa polêmica entre os especialistas quanto à estratégia de adiar ao máximo a introdução de alimentos que possam causar reações alérgicas. A recomendação mais tradicional é, no caso de crianças com familiares alérgicos, esperar até 1 ano para dar pela primeira vez alimentos como clara de ovo e frutas vermelhas.

Mas estudos começaram a demonstrar que esse tipo de atitude não evita o surgimento da alergia. De qualquer forma, quanto maior a criança, melhor ela poderá se expressar se estiver sentindo alguma coisa diferente.

Clara de ovo, amendoim, castanhas, frutos do mar e peixes são os alimentos que mais causam alergia, além de leite, trigo e soja. Componentes de alimentos industrializados, como corantes, também podem causar reações alérgicas.

Quando você for dar alguma dessas coisas pela primeira vez ao seu filho, observe-o bem, e não dê muitas novidades ao mesmo tempo, para ficar mais fácil de identificar uma possível reação.

Acesse nossa loja online para presentes e produtos infantis, nacionais e importados!
www.osapoeaprincesa.com.br

Fonte: brasil.babycenter.com

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Dicas de produtos para deixar a bagunça dos pequenos organizada

Confira produtinhos que vão deixar a bagunça das crianças beeeem organizadinha!

1- Organizador para Carro Munchkin. Compre aqui
2- Organizador de Parede 3 Sprouts. Compre aqui
3- Organizador de Banho Munchkin. Compre aqui
4- Caixa Organizadora de Brinquedos 3 Sprouts. Compre aqui
5- Organizador para Carrinho Munchkin. Compre aqui

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mães mostram os 10 itens indispensáveis para quem tem bebê



Está grávida ou é mamãe de primeira viagem e está um pouco perdida sobre os itens essenciais do dia-a-dia de um bebê? O site Baby Center perguntou a outras mães quais os 10 itens que consideram indispensáveis para ter sempre por perto para cuidar bem do bebê e O Sapo e a Princesa vai mostrar para vocês. Veja a seguir os mais votados e por que as mães os consideram tão essenciais.

1. Pano de boca ou fralda de pano

"Fraldas de pano são boas para cobrir algum lugar onde colocar o bebê. Depois quando ficar grande, usa para limpar a mão, a boca."

"Servem para aparar peito vazando leite, para cobrir o lugar onde vai deitar o recém-nascido, para limpar cocôs e regurgitadas..., sendo que são pequenas e leves para transportar."

2. Fraldas descartáveis

"Não aconselho fazer estoque de um monte de fralda do mesmo tamanho e da mesma marca, porque às vezes não cabe direito, pode vazar ou dá alergia, e aí você acaba desperdiçando um tantão de fraldas."

"Enquanto não tivermos um esquema para lavar fraldas de pano, igual nos EUA, o meio ambiente que me desculpe, mas tem de ser a descartável mesmo."

"Fralda descartável poupa um tempo incrível, se pensarmos que a outra alternativa são fraldas de pano. Mas torço para que inventem logo as fraldas biodegradáveis."

3. Lenços umedecidos

"Precisei testar algumas marcas diferentes até acertar e não dar assaduras, mas, quando deu certo, foi a coisa mais prática que me aconteceu. Vale para bumbum, mãozinhas engorduradas, pé sujo de areia."

"Não usei no bebê bem pequeno, mas muitas vezes em mim mesma para limpar rápido aquela sujeirada que ficava na mão depois da troca."

4. Pomada antiassaduras

"Nunca poderia ter imaginado que pomadas fossem tão imprescindíveis como essas contra assaduras de bebê. Tenho a básica do dia-a-dia e uma receitada pelo pediatra para quando a coisa fica feia demais e meu filho até chora de dor. "

"Escudo mágico. Eu misturava com óleo de amêndoas para deixar mais molinho e fazer render mais."

5. Chupetas

"Sempre fui contra, mas tive que comprar porque meu filho estava fazendo meu peito de chupeta."

"É uma maravilha, acalma o bebê. Mesmo mamando superbem, o ato da sucção da chupeta o acalma."

6. Cadeirinha para o carro tipo bebê-conforto

"Nada como tirar o bebê do carro dormindo e colocá-lo num cantinho para continuar dormindo e você poder fazer as coisas em paz."

"(Além de usar no carro), a cadeirinha ainda serve para dar papinha, mudar de 'ângulo de visão', 'estacionar o bebê' no restaurante e até como balancinho, no chão de casa, para fazer dormir!"

7. Roupas de frio e calor

"Pelo menos duas de cada, porque nunca sabemos quando eles vão golfar."

"Como eles se sujam muito por causa das fraldas sujas e do leite que quase sempre volta, tem que andar para cima e para baixo com roupinhas extras na sacola. E aí sempre dá aquela insegurança de que o tempo pode mudar e ele ficar com calor ou com frio..."

8. Carrinho leve de passeio

"Carrinho simples, daqueles cabo de guarda-chuva. O que eu não recomendo são aqueles carrinhos de passeio caros e trambolhos! Ocupam todo o porta-mala e espaço na casa!"

"Fique atenta ao tamanho do porta-malas do seu carro ao comprar o carrinho."

9. Mamadeiras

"Ainda que se pretenda amamentar, é bom tê-las à mão."

"Comprei uma pequena e algumas grandes, e depois me arrependi de ter comprado a pequena, porque logo o bebê passou a mamar mais leite e perdi a menor."

10. Termômetro

"Sempre digital. Usei os com frescura (ouvido, testa etc.), mas o que funciona mesmo é embaixo do braço, com o bebê quietinho e aconchegado no seu colo enquanto não vem o 'pi pi'..."

"Termômetro para mim é um regulador de pânico, já que me ajuda a ver se é preciso apenas monitorar a febre do bebê ou se preciso me alarmar."

"Termômetro digital agiliza a tomada de temperatura...Meio da madrugada, a criança dodói e você cheia de sono tendo que segurar o bracinho e esperar..."

Acesse nossa loja online para presentes e produtos infantis, nacionais e importados!
www.osapoeaprincesa.com.br

Fonte: brasil.babycenter.com

domingo, 14 de abril de 2013

Saiba como ajudar seu filho a se alimentar bem de 1 à 3 anos


 Fique calma. Ofereça alimentos saudáveis e nutritivos para o seu filho, mas deixe que ele decida o quanto quer comer. Acredite, o corpo dele sabe o tanto de comida de que precisa.

Tenha horários fixos para as refeições e para os lanches, levando em conta a rotina de sono do seu filho durante o dia. Ofereça três refeições e mais dois ou três lanchinhos nutritivos. Veja exemplos de lanches saudáveis:

• frutas
• tomatinhos cereja e pedaços de queijo
• iogurte com pedaços de fruta
• um sanduíche pequeno
• cenoura, pepino ou erva-doce crus, ralados ou em pedaços pequenos, se ele já mastigar bem
• torrada ou pão com patê ou queijo cremoso
• leite gelado batido com frutas
• um copo de leite e um pãozinho ou fatia de bolo caseiro

Procure evitar dar de comer logo antes da hora da soneca, quando ele já está caindo pelas tabelas de tanto sono. Se a refeição atrasou e ele já está fechando os olhos, dê alguma coisa leve, e guarde a refeição maior para quando ele acordar. Encaixe os lanchinhos entre as refeições. Se passar muito tempo sem a criança comer, ela pode acabar ficando irritada de fome, o que atrapalha a paz da refeição.

Torne as refeições interessantes e divertidas. Uma das estratégias é sempre, depois do salgado, oferecer uma sobremesa. Com isso seu filho ganha mais uma chance de absorver nutrientes. Não é porque o alimento é doce que ele precisa ser proibido.

Mas não vale usar a sobremesa como prêmio por comer a parte salgada da refeição. Em tese, isso dá valor demais ao doce, o que causaria problemas no futuro. Você vai ter de fazer um enorme esforço para não cair na armadilha, porque usar esse artifício é quase automático.

Veja alguns exemplos de sobremesas nutritivas: pudim de leite, salada de fruta com iogurte ou um pouco de sorvete, compotas de fruta, arroz-doce, iogurte natural com geléia, fruta com mel (para crianças acima de 1 ano).

Coma junto com seu filho sempre que conseguir, e coma os alimentos que gostaria que ele comesse. Crianças precisam experimentar para aprender a comer novos alimentos, e o melhor incentivo é ver outras pessoas comendo. Faça comentários sobre a comida durante a refeição: "Nossa, isso está uma delícia", ou "Humm, purê de batata com carne moída é uma das minhas comidas favoritas".

Essa fase do seu filho é uma ótima oportunidade para aprimorar os seus hábitos alimentares e até para se aventurar mais na cozinha.

Respeite as preferências da criança. Nessa idade, começam a surgir os gostos: há crianças que gostam da comida molhadinha, outros já preferem alimentos secos. Outros exigem que cada tipo de comida fique separado do outro (não pode misturar o arroz com o feijão, por exemplo). Há aqueles que têm dificuldade para mastigar carne. Embora você deva respeitar o gosto do seu filho, não faça uma comida especial só para ele.

Ofereça sempre a mesma coisa que o resto da família estiver comendo, mas procure se certificar de que ele vá gostar de pelo menos uma das opções. Com o tempo, o gosto da criança vai mudando, portanto é importante continuar oferecendo ao seu filho a mesma comida dos adultos.

Acesse nossa loja online para presentes e produtos infantis, nacionais e importados!
www.osapoeaprincesa.com.br
 Fonte: brasil.babycenter.com

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Colocando limites nas crianças birrentas


Seu filho faz birra, chora, responde e acha que é o dono do mundo? Se não, tenho certeza que você já viu alguma criança assim. 

Por mais fofa que ela possa ser, não há quem aguente conviver, nem que seja por alguns instantes, com criança sem limite. Mas, na grande maioria das vezes, esses monstrinhos não se criam sozinhos. Por trás deles, existe um adulto responsável, seja ele pai, mãe, tios, avós... Uma pessoa que, em vez de educar, fortalece ainda mais os maus hábitos da criança.

E, quando isso acontece, o resultado é aluno indisciplinado, com baixo rendimento escolar e uma dificuldade grande para se adequar às regras da escola. "Educar filho é uma das coisas mais sérias do mundo. Uma das tarefas mais difíceis da vida é educar um indivíduo. Mas quem ama cuida. Criança não pode encher o saco de ninguém, tem que saber se comportar em qualquer lugar. É horrível criança mal-educada. Sou contra essa coisa de que criança pode tudo", desabafa Cissa Guimarães. 

Cissa Guimarães
Segundo a atriz, a boa educação que teve, e que foi repassada para os filhos, fez toda a diferença para que ela tivesse sucesso na vida. "Quando eu era criança, não fui educada com nenhuma psicologia. Era ‘cala a boca’ e pronto. Eu também questiono essa coisa de explicar muito. Não pode por causa disso, não pode por causa daquilo... Não quero, porque não quero! Onde já se viu isso? Eu sou sua mãe e você vai me respeitar! Criança precisa e pede limites. E olha que eu dou limite até hoje! Meu filho Tomaz está com 30 anos e, se discordar de algo que ele tenha feito, eu encaro briga mesmo! Não dou mole, não!", brinca Cissa.

EQUILÍBRIO É FUNDAMENTAL 
Segundo Cláudia Tavares de Oliveira, psicopedagoga do Rio de Janeiro, tanto a falta quanto o excesso de limites são bastante prejudiciais ao aluno. "Em primeiro lugar é bom deixar bem claro que a família não pode transferir à escola a responsabilidade de educar uma criança. A família é e sempre será a base para que ela cresça saudável e enfrente muito bem todos os desafios da vida. Se a criança não tiver limites em casa, com certeza, isso irá interferir em seu rendimento escolar e na sua adequação comportamental. Se o aluno, mesmo vindo de uma família desestruturada, se identificar com o professor, pode ser que se saia bem nos estudos. A escola é uma das primeiras instituições do aluno, mas é a família que vai transmitir à criança as regras sociais que ela vai levar para o resto da vida", explica a especialista.

A Terapeuta Regiane Glashan postou em seu blog terapeutadebebes.com.br algumas dicas para impor limites aos pequenos arteiros.

1-Pais, cuidadores e educadores precisam ter paciência e persistência em suas atitudes.
Alguns pais sem desejarem emitem dupla mensagem aos seus filhos. Num momento, onde o bom humor impera ou estão diante de uma situação onde não podem contrariar os filhos tudo é permitido, compras, brincadeiras, alimentos e etc. Num outro momento, onde o humor está abalado, a mesma situação é vivida com ansiedade, angústia e o não a criança soa como algo sem precedentes e descabível. Assim sendo, não há criança que possa decifrar o código de conduta dos pais. Os pais precisam de consistência e perseverança para mostrar o que é certo e errado, e, tenha certeza, os filhos agradecem por esse exemplo de conduta e carinho.
O que fazer se a criança apresentar um comportamento inadequado? A melhor coisa é lançar mão do “tempo de pausa” e explicar brevemente que se ela não se acalmar ela vai ficar no lugar “X” e não poderá sair enquanto não se acalmar.

2-Ter um lugar para chamar de seu.
Em algumas situações nos sentimos fragilizados ou impossibilitados de repreender nossos filhos, e aqui não cabe enumerar os “n” motivos, pois, cada um sabe o seu.
O mais importante, no momento, é salientar a criança que seu comportamento está sendo inadequado e que ao chegarem em casa ela irá para o lugar de costume para pensar em seu comportamento.
Entretanto, incentive, elogie e seja muito afetiva quando seu filho estiver se comportando bem. Isso agregará boa autoestima e certeza de que vale a pena ser vista e valorizada por boas condutas.

3-A introjeção da negativa.
Não podemos esquecer que a criança viaja por um ciclo evolutivo, e, por isso, não vamos esperar que um bebê de um ano e pouco seja bem comportado – ele ainda está tecendo um longo caminho rumo aos bons hábitos e boas maneiras. A partir dessa fase os exemplos dos adultos serão fundamentais para seu comportamento, tanto os éticos como os morais.
É por volta dos 2 anos de idade que a criança vai assimilando a noção de certo e errado (não e sim) – limites. Contudo, desde pequenininho vale a pena reforçar o bom comportamento e as boas atitudes e desestimular as atitudes e os comportamentos inadequados.

4-Desatenção dos pais
Não é raro identificarmos por trás de uma ação ou comportamento inadequado de uma criança, um desejo de chamar a atenção e ser vista por seus pais ou cuidador. Nessas circunstâncias a criança torna-se intolerante e mal educada com o intuito de chamar a atenção dos pais para si. É uma forma delas dizerem “quando vocês não me cuidam eu me sinto sozinha e pouco valorizada”. Vale a pena parar para refletir e observar se o tempo dedicado as crianças está sendo satisfatório, bem como a escuta cuidadosa, e, se o amor e o carinho estão presentes nas atitudes do dia a dia. Caso a criança não se sinta valorizada em suas necessidades sua auto referência torna-se prejudicada.
Em conclusão, educar uma criança dá trabalho – nos demanda olhar para elas com toda nossa atenção, cuidado e carinho. No balanço final, chegamos a conclusão de que fizemos um bom trabalho e que criar nossos filhos valeu muito a pena.

Acesse nossa loja online para presentes e produtos infantis, nacionais e importados!
www.osapoeaprincesa.com.br
 
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br 
           www. terapeutadebebes.com.br